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sexta-feira, 10 de julho de 2009

Moralidade e agressividade

A violência na escola sempre me deixou bem preocupada como agir e como "castigar "os alunos agressivos. Um problema bastante enfrentado, por nós professores e que muitos pais pedem que seus filhos devolvam, pois dizem que eles precisam aprender a se defender, quando alguém batem neles. Com certeza, não aprovamos esta atitude enquanto escola, porque não queremos incentivar a violência, mas o texto de Jaqueline, na interdisciplina de Psicologia nos mostra que isto faz parte do desenvolvimento moral, que as crianças precisam disso para aprender certos valores. E concordo plenamente, tento vivenciado as situações diariamente. Pois, eles aprendem melhor sentindo na pele e não somente com a fala dos mais velhos (pais e professores). Vendo a agressão por este ponto de vista, percebo como ela é importante no desenvolvimento do ser humano, que através dela, nossos alunos vivenciam o que pode ou não machucar o outro, seus limites, percebem que o que fazem pode ter uma consequência não muito boa e assim por diante, estão, enfim, aprendendo para vida.

"Antes de tachar um situação como violenta entre as crianças, é preciso que se pense sobre o seu processo de desenvolvimento, para correr o risco de estar estigmatizando e excluindo determinado grupo”.(Jaqueline Picetti)

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Método clínico

Bom, não consegui semana passada, postar mas estou escrevendo sobre o tema que seria da outra semana, o método clínico.
Este método tem por objetivo analisar o modo de pensar das crianças.. "É um procedimento para investigar como as crianças pensam, percebem, agem e sentem, que procura descobrir o que não é evidente no que os sujeitos fazem ou dizem, o que está por trás da aparência de sua conduta, seja em ações ou palavras" (Delval, 2002, p. 67). Fizemos, eu e minhas colegas o método da massinha, consiste em apresentar duas massas de tamanhos iguais, ao longo da atividade ir mudando a forma, mas sem mudar o peso. Ir questionando a criança onde tem mais massa. Para mim, achava que era óbvio que seria por idade, que uma criança de seis anos, acharia que teria mudado também os tamanhos e uma de nove, já saberia que os tamanhos não mudam. Mas, para nossa surpresa, alguns alunos, como podemos conversar na aula presencial, com nove anos, ainda não haviam adquirido a capacidade de conservar o conhecimento posterior, se confundindo muitas vezes nas respostas. Achei então o método, bem interessante e assim, podemos ver como está o desenvolvimento do pensamento do meu aluno, como às vezes, é tão difícil para ele entender e assimilar certos conhecimentos.

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Fases da Vida


Na atividade de Psicologia da vida Adulta, onde tivemos que refletir sobre o que é ser adulto, foi bastante interessante pra mim! Pois estou trabalhando um projeto intitulado "Fases da Vida" com meus alunos de jardim B. As crianças estavam comentando muito de como era bom ser criança, pois não precisava trabalhar, mas que queriam ficar grande para namorar. Então pensei neste tema de projeto. A reflexão de interdisciplina veio de encontro ao que eu estva trabalhando e refletindo com meus pequenos. Sobre as obrigações de adulto e as coisas de criança. Foi legal que pude trazer as reflexões deles mesmos: "É chato ser adulto tem que trabalhar e não pode brincar." Refleti com eles então, se os pais não brincavam com eles, alguns sim outros não. Propus, em uma atividade que mandei para casa, que os pais contassem a seus filhos do que brincavam quando criança e que fizessem um brinquedo de sucata para seus filhos mandarem para a escola. Nossa a atividade foi excelente, os olhinhos dos alunos brilhavam ao contar como seus pais eram quando pequenos e ao mostrar as pipas, bonecas de panos e vaquinhas de batata que os pais fizeram para eles. Foi boa está interação com os pais, que apesar de adultos, também podem se permitir a se divertir e relembrar de quando eram pequenos.